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Cada beat é vendido em até quatro licenças. Todas liberam lançar e monetizar — o que muda é o arquivo que você recebe, o limite de streams e se o beat continua à venda pra outras pessoas.
O MP3 sem tag, pronto pra gravar e lançar.
O WAV — a qualidade que o estúdio pede — junto com o MP3.
O beat em aberto: cada instrumento numa pista, pra remixar do seu jeito.
O beat sai do catálogo e não é vendido pra mais ninguém.
A cada compra sai um contrato no seu nome, com a licença que você escolheu, e ele fica guardado no seu painel. É esse documento que a distribuidora pede quando você sobe a faixa. O produtor segue sendo o autor do beat — o que você recebe é a autorização de uso descrita acima.
É um licenciamento de direitos autorais nos termos da Lei 9.610/98, Arts. 49-50. O produtor mantém a titularidade e os direitos morais sobre o beat; o comprador recebe os direitos de uso listados na licença adquirida.
Preciso dar crédito ao produtor?
Nas licenças não exclusivas, sim: some (Prod. nome do produtor) no título ou na descrição da faixa. É o padrão da cena e está no contrato.
Posso vender a faixa que eu fiz por cima do beat?
Pode, e você fica com tudo que ela render. O que não pode é revender o beat em si, do jeito que ele veio.
O que acontece quando alguém compra a exclusiva?
O beat sai do catálogo e ninguém mais compra. Quem já tinha licenciado antes continua com o direito de usar o que comprou — a exclusividade vale daí pra frente.
Meu parceiro de estúdio também pode usar?
A licença é de quem comprou. Vocês podem lançar juntos a faixa feita com o beat, mas se ele quiser usar o beat num projeto dele, precisa da licença dele.